Quando se planeia a mobilidade dentro do espaço urbano, pode-se fazê-lo enquadrando um determinado número de variáveis e nesse enquadramento optar por fazer prevalecer umas em detrimento de outras, seja pela preservação da qualidade do ar, da diminuição do ruído, ou a redução da ocupação de espaço. E o espaço, na urbe moderna, é vital por um número infindável de motivos que se prende com o custo de construção e conservação das infra-estruturas em que se processa a circulação dos meios de transporte, sendo estas tanto mais agravadas pela quantidade de espaço necessário para transportar um determinado número de indivíduos ou carga, quanto a robustez da infra-estrutura para aguentar a agressividade do meio de transporte utilizado. Assim, um veículo pesado (autocarro, eléctrico, tramway) será altamente agressivo como unidade de elevada dimensão que é, mas ocupa incomparavelmente menos espaço que o automóvel necessário para transportar um número de pessoas equivalente. Todavia, dada a quantidade de automóveis necessários, isso motiva uma sobrecarga das infra-estruturas que se acaba por traduzir numa degradação mais rápida destas, com os custos inerentes que tal implica. Mais, na ocupação de espaço que faz, o automóvel é claramente o pior dos meios de transporte tanto em termos de sobrecarga, como ao nível de emissões poluentes. Evidentemente, no extremo oposto, o pedestre praticamente não tem impacto, assim como a bicicleta, igualmente um meio suave de transporte, que tem quase tanto impacto como o peão, embora ocupando uma parte significativa da rua quando estacionada, mas em todo o caso nada que se possa comparar com o automóvel, mas sobretudo a um nível muito próximo do autocarro, como se infere da foto acima. 17 de março de 2009
O factor espaço urbano
Quando se planeia a mobilidade dentro do espaço urbano, pode-se fazê-lo enquadrando um determinado número de variáveis e nesse enquadramento optar por fazer prevalecer umas em detrimento de outras, seja pela preservação da qualidade do ar, da diminuição do ruído, ou a redução da ocupação de espaço. E o espaço, na urbe moderna, é vital por um número infindável de motivos que se prende com o custo de construção e conservação das infra-estruturas em que se processa a circulação dos meios de transporte, sendo estas tanto mais agravadas pela quantidade de espaço necessário para transportar um determinado número de indivíduos ou carga, quanto a robustez da infra-estrutura para aguentar a agressividade do meio de transporte utilizado. Assim, um veículo pesado (autocarro, eléctrico, tramway) será altamente agressivo como unidade de elevada dimensão que é, mas ocupa incomparavelmente menos espaço que o automóvel necessário para transportar um número de pessoas equivalente. Todavia, dada a quantidade de automóveis necessários, isso motiva uma sobrecarga das infra-estruturas que se acaba por traduzir numa degradação mais rápida destas, com os custos inerentes que tal implica. Mais, na ocupação de espaço que faz, o automóvel é claramente o pior dos meios de transporte tanto em termos de sobrecarga, como ao nível de emissões poluentes. Evidentemente, no extremo oposto, o pedestre praticamente não tem impacto, assim como a bicicleta, igualmente um meio suave de transporte, que tem quase tanto impacto como o peão, embora ocupando uma parte significativa da rua quando estacionada, mas em todo o caso nada que se possa comparar com o automóvel, mas sobretudo a um nível muito próximo do autocarro, como se infere da foto acima. 16 de março de 2009
V Forum Mundial da Água

1.1 Adapting to Climate change
1.2 Water Related migration, changing land use and human settlements
1.3 Managing Disasters
Theme 2: Advancing Human Development and the MDGs
2.1 Ensuring Water, Sanitation and Hygiene for All
2.2 Water for Energy, Energy for Water
2.3 Water and Food for ending Poverty and Hunger
2.4 Multiple Use and Functions of Water Services
3.1 Basin Management and Transboundary Cooperation
3.2 Ensuring Adequate Water Resources and Storage Facilities to meet Agricultural, Energy and Urban Needs
3.3 Preserving Natural Ecosystems
3.4 Managing and Protecting Surface, Ground, Soil and Rainwater
4.1 Implementing the Right to Water and Sanitation for Improved Access
4.2 Institutional Arrangements and Regulatory Approaches for Efficient and Effective Water Management
4.3 Ethics, Transparency and Empowerment of Stakeholders
4.4 Optimizing Public and Private Roles in Water Services
5.1 Sustainable means of financing local water authorities and systems
5.2 Pricing Strategies as a tool for a Sustainable Water Sector
5.3 Pro-poor Financing Policies and Strategies
6.1 Education and Capacity Development Strategies
6.2 Water Science and Technology: Appropriate and Innovative Solutions for the 21st century to better address the needs of society
6.3 Using the Assets of Professional Associations and Networks to Achieve the MDGs
6.4 Data for All
6.5 Water & Culture
11 de março de 2009
4 de março de 2009
Bicycle Film Festival - Lisboa 2009
Bicycle Film Festival , trailer from casagrafica on Vimeo.
Integrado na emergente cultura do ciclismo urbano, pela 1ª vez, a capital portuguesa acolherá o BFF, em Setembro, integrando o grupo de cidades na vanguarda do movimento ciclístico global. Podem ser submetidos projectos a concurso, terminando o prazo de entrega dos trabalhos em 17 de Março.
Versabike

Versabike, by Nathan Durflinger2 de março de 2009
28 de fevereiro de 2009
Paulatinamente vamos lá
RAR 4/2009 - Recomenda ao Governo a promoção de redes de modos suaves a integrar nos planos de mobilidade urbana, no âmbito do Decreto-Lei nº 380/99, de 22 de Setembro e da Lei de Bases do Sistema de Transportes Terrestres, aprovada pela Lei nº 10/90, de 17 de Março.
25 de fevereiro de 2009
Lifecycle em Aveiro

19 de fevereiro de 2009
Velosolex
As Solex marcaram uma época, em França e um pouco por toda a Europa do pós-guerra, como meio de locomoção económico e fiável. Foram moda e o ícone dos jovens de uma geração, como o Citröen 2cv, a Renault 4L, a Dauphine, ou o 8 Gordini e perduraram até que a velocidade das motorizadas e dos demais meios motorizados inviabilizaram o seu uso. Até há pouco tempo, pois eis que surgem novamente, não como réplicas, mas segundo o mesmo projecto, de tal forma que os componentes de um dos modelos actuais serve perfeitamente numa da época áurea.Custam pouco mais de Eur 1.000,00 e começam a abudar os revendedores. No Algarve podem ser encontradas e testadas na Bike Land. A ver.
30 de janeiro de 2009
6 de janeiro de 2009
2009
24 de dezembro de 2008
17 de dezembro de 2008
El Biciclown

Mas afinal, como se constroi uma bicicleta para dar uma volta ao mundo? (pessoalmente preferiria uma Xtracycle, mas é apenas uma opinião) em menos de cinco minutos?
Álvaro Neil, el biciclown, vino a este mundo en Oviedo (Asturias) el 17 de julio de 1967... riendo; hasta que no le dieron un cachete no lloró
Estudió Derecho y Clown. Actividades, en apariencia, incompatibles.
Vendió su coche y renunció a su empleo fijo en una Notaría de Madrid, para recorrer el mundo en bicicleta y ofrecer gratuitamente su espectáculo de clown a las personas más humildes. Por ello algunos lo juzgan de loco, otros de aventurero y otros, sin juzgarlo, lo meten directamente en prisión, como se narra en su libro Kilómetros de Sonrisas.
Haciéndole cosquillas a la Tierra con su bicicleta, trata simplemente de gastar la vida que otros no pueden.
Su anhelo es no pensar en el futuro, no olvidar el pasado, y vivir el presente; el único tiempo verbal realmente útil.
15 de dezembro de 2008
Conclusões da Conferência de Poznan 2008 - Road to Copenhagen
Final Press Conference da Conferência de Poznan
As conclusões finais do encontro estão disponíveis (em inglês) para consulta na página oficial da UNFCCC. O próximo encontro está agendado entre 29 de Março e 8 de Abril, na cidade de Bona, para avaliação do andamento da implementação das deliberações agora tomadas, antes do encontro de Copenhaga.
8 de dezembro de 2008
Conferência de Poznan
Yvo de Boer
abertura da Conferência sobre as alterações climáticas
Poznan, 2008
Um ano depois de Bali, espera-se que a Conferência de Poznan 2008 constitua um signficativo avanço no combate às alterações climáticas e ao aquecimento global, designadamente na escolha dos instrumentos a implementar no terreno. Os trabalhos em comissão encerram no dia 10 de Dezembro e, à imagem de Bali em 2007, seguem-se dois dias de encontros entre chefes de Estado e de Governo para estabelecimento de protocolos resultantes da discussão que decorre nas vinte e nove sessões especiais de trabalho. Até ao momento não há grande optimismo, designadamente porque o grupo que representa os EUA está em gestão antes da tomada de posse da nova administração.



