5 de dezembro de 2011
15 de novembro de 2011
A Terra em "time lapse"
A sequência fotográfica foi captada pela tripulação da Estação Espacial Internacional, de Agosto a Outubro de 2011, e depois reunida em vídeo (usando a técnica de "time-lapse") revelando imagens soberbas do planeta Terra visto do espaço. A Aurora Boreal, as luzes das cidades ao longo do planeta, os relâmpagos das trovoadas e o contorno dos continentes, tão detalhado que é possível reconhecê-los imediatamente, são algumas das maravilhas que se podem ver neste vídeo.
Segundo o "Daily Mail", as imagens, divulgadas pela NASA, foram compiladas por Michael Konig, especialista em "time-lapse", que afirmou que o vídeo teve alguma pós produção, "para fluir melhor", mas "não tem qualquer tipo de manipulação gráfica", sendo as imagens "perfeitamente reais", tal como foram captadas.
Time-lapse
O "time-lapse" é uma técnica que consiste em tirar uma fotografia, de um ponto fixo e a determinados intervalos de tempo (pode ser de 3 em 3 segundos, minuto a minuto, ou mais), e depois reproduzir essa mesma sequência de imagens em tempo real, ou seja 24 imagens por segundo. Assim, consegue-se um vídeo onde é possível visualizar, em poucos segundos/minutos, as alterações que, na vida real, demoraram horas a acontecer.
31 de outubro de 2011
Volvo Ocean Race
19 de outubro de 2011
11 de dezembro de 2010
Adoptado acordo sobre alterações climáticas em Cancun

«Esta é uma nova era internacional da cooperação em termos de alterações climáticas», afirmou a ministro mexicanos dos Negócios Estrangeiros, Patrícia Espinosa.
Apesar dos aplausos da maior parte dos delegados presentes, a Bolívia discordou deste acordo por este fazer exigir pouco das nações desenvolvidas em termos de cortes nos gases de efeito estufa.
16 de novembro de 2010
COP16 e CMP 6, Cancun, Mexico

9 de novembro de 2010
Conferência de Guillermo Peñalosa
Conferencia de Guillermo Peñalosa sobre "La Bicicleta y la Ciudad" from Chema Lahidalga on Vimeo, em 31 de Outubro de 2010, em Sevilha.
Guillermo Peñalosa é o líder da Fundação 8-80 Cities e foi responsável por diversas iniciativas de sustentabilidade urbana na Colômbia. Para além disso, é consultor em diversos organismos norte-americanos e europeus e é ainda o responsável pelo projeto "ciclovia", de que o encerramento ao Domingo do Terreiro do Paço, em Lisboa, constitui um exemplo. Mas mais do que palavras aqui escritas, mais vale assistir à conferência proferida.
25 de outubro de 2010
Balanço Festival Bike 2010 - panis et circences?
Terminou mais uma edição do Festival Bike 2010 nos pavihões de Santarém do CNEMA. Pela primeira vez o Planeta QI particupou na pequena maratona, em ritmo tranquilo, 52 kms sem grandes altimetrias, que se completaram sem grande história (apenas dois furos) em pouco mais de três horas. Como estamos habituados aos passeios pela serra algarvia, estes 52 kms foram um passeio bem agradável.22 de outubro de 2010
Hovding - um airbag para ciclistas
Sem querer entrar na querela da obrigatoriedade ou não do uso uso do capacete enquanto se anda de bicicleta, uma coisa me parece óbvia: salvo casos verdadeiramente excecionais, a cabeça de um ciclista que usa capacete enquanto se desloca de bicicleta estará mais protegida que a daquele que não o usa em idênticas condições. Evidentemente, daí a tornar o seu uso obrigatório vai um passo que não tem necessariamente de ser dado. Se assim fosse, teríamos, no limite, de igualmente começar a questionar a necessidade do uso de joelheiras, cotoveleiras e luvas, sendo que relativamente a estes últimos dispositivos de segurança só agora começou o debate acerca do seu uso obrigatório em competições de tipo Freeride ou Down Hill. 21 de outubro de 2010
Festival Bike
O Planeta QI estará mais uma vez no Festival Bike, mas desta vez não a expor, antes a participar na maratona. Não será numa Xtracycle, como aconteceu em algumas provas algarvias nos últimos dois anos, porque a "X" está atualmente em testes de equipamento para escolha do sistema definitivo de "eletrificação". Todavia será adotado ritmo de passeio, em confraternização com os demais concorrentes. 20 de outubro de 2010
Reboque de bicicletas usando uma long tail

A simplicidade é tanta que chega a ser desconcertante e perguntamo-nos como não pensámos antes no que é óbvio. Apesar de desenhado para a Yuba, o aparelho serve igualmente para a Xtracycle, se adaptada uma tábua de suporte aos wide loaders laterais.
9 de outubro de 2010
Diários da Byrne: a bicicleta e a cidade humanizada
David Byrne, vocalista dos Talking Heads, é um conhecido ativista da causa da mobilidade leve em geral e da bicicleta em particular. Nessa medida, utiliza em larga escala, nas suas viagens, uma bicicleta dobrável, que costuma recolher no seu quarto de hotel. Ao longo dos anos redigiu diversos textos em cidades tão díspares como Berlim, Manila, Buenos Aires, Istambul, São Francisco, Roma ou Nova Iorque, nos quais relata a experiência de andar de bicicleta naquelas cidades, ligando muitas vezes o uso desse meio de transporte à forma como a cidade se desenvolveu em correlação direta com sociedade. A arquitetura e o desenvolvimento do espaço urbano, fruto dessa correlação, espelham bem se a cidade se humanizou ou descaracterizou, sendo que em muitos dos casos (em particular nas cidades norte-americanas) a cidade nunca se chegou verdadeiramente a humanizar, particularmente nas zonas que cresceram demasiado rapidamente, fruto da exploração industrial e da dotação de estruturas viárias adaptadas ao automóvel. Os textos de Byrne foram reunidos em livro com o título "Bicycle Diaries" (publicado em português pela Quetzal sob o título "Diário da Bicicleta").7 de outubro de 2010
Querido pai Natal
Dedicadamente teu,
Planeta QI
10 de setembro de 2010
Strida - plano de negócios original (Mark Sanders)
Strida Mk1 (clique na imagem para ampliar)Por vezes utilizava também o comboio nas minhas deslocações mais longas entre cidades (o UMM era um carro muito lento), de modo que no destino a Strida era o meu aliado na mobilidade em qualquer local.
Contudo, a Mk1, que ainda guardo, tinha algumas pechas, a saber: uma velocidade apenas (problemático em cidades de relevo acidentado como a Guarda, Covilhã ou Santarém), era frágil (a roda pedaleira, em plástico, estava muito exposta e frequentemente quebrava-se ao menor impacto) e os travões não eram muito eficientes. Por outro lado, o handling também não era perfeito, na medida em que as rodas pequenas e a arquitectura levantam alguns problemas de estabilidade. Acresce ainda que as nossas cidades e os passeios de arestas vivas não eram compatíveis então com o uso de uma bicicleta de roda pequena.
A Strida não teve uma vida fácil e passou por diversas vicissitudes, pelo que nem sempre foi fácil encontrar peças suplentes. Assim, com maior ou menor dificuldade, contudo, lá fui consguindo manter a Mk1 a funcionar, conseguindo resistir à tentação dos upgrades (já vai na versão 5.0 e fala-se no lançamento da versão 6.0 para 2011) até que, há um par de anos, a dificuldade em encontrar uma nova roda pedaleira e a quebra de uma peça no sistema de travagem da roda de trás remeteu a Strida para um canto da arrecadação, onde permaneceu esquecida até ontem, quando deparei com um artigo onde se dava conta da publicação do projecto inicial da Strida, feito pelo próprio Mark Sanders. E eis-me cheio de vontade de voltar a pegar na Mk1, dado que entretanto consegui começar a fabricar pequenas peças em carbono e fibras várias, que podem permitir a recuperação da minha companheira de curso.
Entretanto, caso interesse a alguém, aqui fica o artigo do Mark Sanders:
7 de setembro de 2010
100 dias de bicicleta em Portugal

